Quinta-feira, 30 de Abril de 2009
Sexta-feira, 26 de Dezembro de 2008
Especiais de Fim de Ano: O Natal do Menino Imperador
Somente um comentário: Podemos dizer que o especial da TV Globinho foi melhor!
Especiais de Fim de Ano: Nada Fofa

Com Letícia Spiller como protagonista, a Rede Globo estreou nesta terça-feira o programa Nada Fofa. Exibido como especial de fim de ano, o programa recebe carta branca para a produção do seriado e entra na grade 2009 caso a resposta do público seja positiva. O programa conta com a direção de Jorge Fernando e roteiro da dupla Fernanda Young e Alexandre Machado (os mesmos de Os Normais, Minha Nada Mole Vida e O Sistema). Além de Letícia, estão no elenco Julia Lemmertz, Flavia Alessandra e o próprio diretor.
A comédia acompanha a vida da estressada Nádia Wolf (Leticia Spiller), uma competente e respeitada advogada, que ganha o apelido de nada fofa justamente por ser uma pessoa difícil de se lidar. Sua vida passa a se atrapalhar quando Nádia começa a ter visões de um antigo personagem de televisão, o seu preferido quando criança, alegando estar ali para fazer com que a personagem se torne uma pessoa mais legal.
Este especial era um dos mais esperados por minha pessoa. Gosto da Fernanda Young e Alexandre Machado e O Normais é um dos melhores programas de humor que a televisão já criou, mas algo saiu errado. Nádia Wolf poderia ser menos fofa, assim como o Super Sincero (também de autoria da dupla) e isso justificaria a aparição do personagem Pintonildo. Este, também, poderia ter sido criado um pouco menor para proporcionar mais veracidade à história, uma vez que com o tamanho que o personagem tem, dificilmente passaria despercebido nos vários momentos em que se esconde da personagem principal.
Repleto de seqüências mal elaboradas e de efeitos especiais de qualidade duvidosa, o programa não consegue fazer graça. Letícia Spiller, que poderia render muito mais, traz uma atuação sofrida e mal elaborada. Até a cena em que anda nua pela casa era possível ver que a atriz estava, na verdade, de calcinha e sutiã e isso para os padrões de qualidade que a Globo tanto ostenta, não poderia acontecer. Sendo assim, caso não seja melhorado, o programa pode seguir os passos de Dicas de um Sedutor e Guerra e Paz.
A comédia acompanha a vida da estressada Nádia Wolf (Leticia Spiller), uma competente e respeitada advogada, que ganha o apelido de nada fofa justamente por ser uma pessoa difícil de se lidar. Sua vida passa a se atrapalhar quando Nádia começa a ter visões de um antigo personagem de televisão, o seu preferido quando criança, alegando estar ali para fazer com que a personagem se torne uma pessoa mais legal.
Este especial era um dos mais esperados por minha pessoa. Gosto da Fernanda Young e Alexandre Machado e O Normais é um dos melhores programas de humor que a televisão já criou, mas algo saiu errado. Nádia Wolf poderia ser menos fofa, assim como o Super Sincero (também de autoria da dupla) e isso justificaria a aparição do personagem Pintonildo. Este, também, poderia ter sido criado um pouco menor para proporcionar mais veracidade à história, uma vez que com o tamanho que o personagem tem, dificilmente passaria despercebido nos vários momentos em que se esconde da personagem principal.
Repleto de seqüências mal elaboradas e de efeitos especiais de qualidade duvidosa, o programa não consegue fazer graça. Letícia Spiller, que poderia render muito mais, traz uma atuação sofrida e mal elaborada. Até a cena em que anda nua pela casa era possível ver que a atriz estava, na verdade, de calcinha e sutiã e isso para os padrões de qualidade que a Globo tanto ostenta, não poderia acontecer. Sendo assim, caso não seja melhorado, o programa pode seguir os passos de Dicas de um Sedutor e Guerra e Paz.
Especiais de Fim de Ano: Louca Família

Esta semana, sem nada pra ver na TV, sintonizei no canal da Record bem na hora de começar o especial de fim de ano do Tom Cavalcante. Intitulado Louca Família, o programa trazia nomes como Dado Dolabella, Carolina Magalhães, Paulo Figueiredo, Ticiane Pinheiro e Angelina Muniz. O que era pra ser um programa humorístico acabou se tornando uma seqüência de situações embaraçosas, principalmente para os artistas da produção.
Na trama, Tom Cavalcante era a empregada Jarilene, que trabalha para uma família falida e vê no casamento do personagem de Dado Dolabella a saída para seus problemas. Até a hipótese de casar-se com Jarilene, que descobre ser dona de uma fortuna, a família cogita.
Todo o elenco parece não acreditar naquilo que está dizendo. Dado Dolabella mais uma vez retorna a seu papel (interpreta a si mesmo). Tudo se tornou forçado: do texto ao timing no elenco. Ticiane Pinheiro foi a pior escolha. Tudo que a “atriz” apresentava não causava nem sorrisos meia boca. Outra atriz com atuação equivocada foi Angelina Muniz que insistia em um bordão sem graça que, em determinado momento, já causava irritação: Fulano (quem quer que seja), não seja vulgar! De todos, somente Tom Cavalcante se saiu razoável, mais pela improvisação do que pelo próprio texto.
O episódio apresentado, “Jarilene quer Casar”, é o primeiro capítulo desta comédia, que em 2009 ganhará 16 novos episódios ainda sem data de estréia confirmada. Mas se este programa não sofrer qualquer alteração, será mais um equívoco da emissora.
Quarta-feira, 24 de Dezembro de 2008
Achemed - O Terrorista Morto - Feliz Natal!!!
Um dos personagens mais engraçados que eu já vi. Achemed é uma criação de Jeff Dunhum, Stand up Comedian e Ventríloquo, e este vídeo é um especial de natal pra vocês! Legendado!
Feliz Natal a todos!
Quinta-feira, 18 de Dezembro de 2008
Ídolos 2008: Final
Nesta quarta-feira foi ao ar a grande final da edição 2008 do programa Ídolos em um especial, ao vivo, diretamente de Anhembi em São Paulo. Os grandes finalistas desta corrida de 30 mil inscritos foram Rafael Barreto e Rafael Bernardo. Ambos tinham o mesmo nome, gerando um coincidência com a final do último American Idol, quando David Cook e David Archuleta disputaram o posto de novo ídolo americano. O programa durou 1h50min, entre programa e intervalos, e a Record tirou de letra.
Dos finalistas, Rafael Barreto sempre foi o mais carismático e com maior apelo, pois sofreu e se recuperou de uma doença grave. Posso ser criticado por isso, mas sua história fez com que ele ganhasse muitos votos de “coitadinho”. Não digo isso por desgostar do competidor. Ele não era ruim, mas também não era um Rafael Bernardo ou uma Cássia Raquel. Se duvidam, entrem nas comunidades e fóruns dedicados ao rapaz antes de me apedrejar. Este argumento está estampado em todos.
Rafael Bernardo, por outro lado, nunca foi severamente criticado pelo júri. Com escolhas não tão populares, por várias vezes ficou entre os menos votados. Mas sem dúvida era a melhor voz do programa. E como programas como esse viram concursos de popularidade nunca achei que ele fosse chegar tão longe.
Os programas de decisão, principalmente os do Ídolos, são muito maçantes. O resultado se arrasta em um programa de apenas meia hora de duração e isso se deve a falta de conteúdo. Mas não vimos isto nesta final: bem produzido e recheado de atrações para os espectadores que acompanharam por meses esta competição.
A presença de Jota Quest foi imprescindível para preencher esses momentos, mas estranhei que em nenhum momento Rodrigo Faro falou com a banda. Será que foi por opção da produção ou deles próprios para evitar a pergunta clichê: que conselho daria aos participantes? Estranho. Outro ponto alto foi a participação da equipe de jornalismo da Record, mostrando que foi capaz de promover o programa da casa e se auto promover de forma eficaz. As correspondentes na Bahia se saíram irregulares, mas a repórter da platéia e o vídeo com os apresentadores da casa foi algo inusitado e inteligente.
Como de costume, as apresentações em grupo são sempre desconcertantes, mas desta vez o Top 10 se saiu muito bem. Até melhor que os participantes americanos na mesma situação. O que me incomoda neste tipo de apresentação é que cada participante tem seu estilo e juntar todos não é o mais aconselhado. Outra coisa é a coreografia desastrosa que são obrigados a seguir.
Finalmente Rodrigo Faro apresentou o prêmio que o vencedor ganharia. Um contrato com a Sony BMG. Isso nunca tinha ficado claro no decorrer do programa. O prêmio Cochise (?) ganhou o meu prêmio vergonha alheia. Eu sou um dos que tenta fugir ao máximo da fase “audições” para não presenciar tais atrocidades e fui obrigado a rever o que, no próximo ano, acontecerá novamente.
O grande campeão foi Rafael Barreto. Agora é esperar e ver se a emissora dará o suporte esperado e que ele se torne, realmente, um ídolo nacional.
Texto publicado originalmente no site TeleSéries
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Quinta-feira, 11 de Dezembro de 2008
Ídolos 2008: Top 3
Não assisti ao top 3, estava vendo Capitu... Mas só de saber que são os Rafaeis que estão na final! Já valeu!
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